segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Ciúme pode ter motivado morte de filho de oficial de justiça em Teresina

Investigação apontou que suspeito trabalhava com a namorada da vítima. Delegado Baretta acredita que homicídio foi premeditado pelo atirador

Para delegado, vestígios deixados por policial ajudaram a identificar suspeitos (Foto: Catarina Costa / G1)
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om o avanço das investigações, a Delegacia de Homicídios já possui algumas informações sobre o que pode ter motivado a morte de Alan Lopes Rodrigues da Silva, 26 anos, assassinado em um posto de combustíveis no sábado (20). O principal suspeito é um policial militar que logo após o crime se apresentou na delegacia. Segundo Francisco da Costa, o Baretta, coordenador da especializada, a morte pode ter motivo passional e premeditado.
“Antes de ingressar na Polícia Militar, o suspeito trabalhava em uma farmácia. Junto com ele trabalhava uma menina que era namorada da vítima. Isso pode ter gerado um ciúme e daí desencadeou essa rixa. Acreditamos ainda que tudo isso tenha sido premeditado, mas vamos continuar investigando para chegarmos a conclusão dos fatos”, afirmou.
Alan Lopes Rodrigues da Silva, 26 anos, era filho de um oficial de justiça e foi assassinado a tiros por volta das 4h de sábado (20) dentro de um posto de combustíveis na Avenida João XXIII, na Zona Leste de Teresina.
Ainda segundo Baretta, a polícia já recolheu imagens das câmeras de segurança que mostram toda a ação. “O policial suspeito de atirar chegou e forçou a entrada no estabelecimento de conveniência, ele ainda chega a exibir a arma para uns funcionários e clientes. Logo depois, ele disparou conta a vítima. Foram três tiros, um acertou o pescoço e chegou a transfixar e outros dois acertaram as costas do jovem, que morreu na hora”, relatou o delegado.
Os laudos apontaram que os projéteis encontrados no corpo saíram da arma do policial militar, a qual ele entregou para a polícia ao se apresentar.

G1 procurou a Corregedoria da PM para saber quais providências o órgão está tomando, mas ninguém foi encontrado para comentar o caso.



Fonte: JL/G1PI

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