segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Equoterapia da PM contribui para recuperação de pacientes no Piauí

Atualmente o centro conta com mais de 85 pacientes e 33 na fila de espera.
Corpo de colaboradores é formado por uma equipe de 23 profissionais

Do G1 PI
Centro atende pacientes com problemas de ordem motora (Foto: Divulgação/EquoPHB)

Com mais de 85 pacientes e 33 pessoas na fila de espera, o programa de equoterapia da Polícia Militar do Piauí se tornou referência no tratamento de doenças de ordem motora, neurológica e psicológica. O programa atende crianças e adultos nos turnos da manhã e tarde. Além de Teresina, Parnaíba também possui um centro destinado ao tratamento específico.

Segundo a capitã Sheila Chaves, atualmente, o corpo de colaboradores é formado por uma equipe de 23 profissionais, sendo quatro fisioterapeutas, três fonoaudiólogos, um educador físico, um psicopedagogo, dois psicólogos e doze militares.

“Nós buscamos estar sempre próximo das famílias, trocando informações de maneira que possibilite uma melhor qualidade de vida para os pacientes, somado com as outras terapias que as pessoas realizam fora do centro”, destacou a coordenadora do Centro de Equoterapia da Polícia Militar do Piauí em Teresina, capitã Sheila Chaves.

A proximidade entre pacientes e a equipe é sentida na cumplicidade de cada conversa, palavra de incentivo e no riso solto após cada nova conquista alcançada. O policial militar Fábio Oliveira, vítima de acidente automobilístico e paciente do centro, revela o clima amistoso que impera no local. “A equipe tem uma afinidade muito grande com a gente. O trabalho está ajudando na recuperação dos meus movimentos. Estou a quase um ano e sou muito grato à equipe da cavalaria,” relatou Fábio.

Quando nasceu, Emanoele foi diagnosticada com mielomeningocele e hidrocefalia. Após passar por cinco cirurgias, é por meio do trabalho de equoterapia oferecido pelo Esquadrão Independente de Polícia Montada da Polícia Militar do Piauí (EIPMon) que a pequena apresentou avanços no desenvolvimento neuropsicomotor. Assim como Emanoele, dezenas de crianças e adultos dão os primeiros passos rumo à recuperação por meio do projeto.

“Apesar de já ter quatro anos, a Emanoele não possui o equilíbrio corporal necessário. A prática das atividades da equoterapia está sendo muito importante, já que, com os movimentos do cavalo, ela está adquirindo esse equilíbrio e melhorando a coordenação motora”.
O sorriso tímido, mas sincero, que acompanha a afirmação de Noélia, mãe da pequena Emanoele, revela o sentimento de gratidão daqueles que podem contar com o serviço de equoterapia.

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