terça-feira, 20 de setembro de 2016

Saudade de antigamente e você?



Fonte Tropical Noticias
Jornalista Raimundo Martins

Lembrança de antigamente, a vida das famílias era mais simples e tranquila, não existia a correria que vemos hoje em dia.
Antigamente as coisas eram mais simples, quem já ouviu esta frase? As pessoas mais velhas lembram-se, com muita saudade, como era simples a vida em tempos remotos. Vivemos hoje num mundo cada vez mais complexo. O conceito de certo e errado já não é mais considerado, ou pelo menos, é deixado em segundo plano.
                                              Quartinha
                                               Cabaça
Cuia

As pessoas andavam a pé, pois quase não existiam carros. As ruas eram de terra ou de paralelepípedos. As crianças podiam brincar nas ruas, calçadas, no terreiro de casa e debaixo das árvores, pois não havia perigo de acidentes ou assaltos, as pessoas eram mais humildes em sua casinha de chão batido, Não existia água encanada e as pessoas precisavam buscar água para lavar as louças, roupas, cozinhar ou tomar banho. As pessoas usavam os potes para água de beber ou de quartinha, tudo parecia tão belo e arrumado. As mocinhas iam buscar água na cacimba de beber levava  lata, cabaça e uma cuia.
                                          Chão Batido
                                             Menino curioso
Na varanda da Casa a familia

Os vizinhos eram como integrantes das outras famílias, todos os dias se reuniam nas varandas de suas casas para conversar enquanto as crianças brincavam, as crianças obedeciam aos pais porque era correto. Ninguém mexia no que era dos outros, porque era errado. Os jovens aprendiam trabalhar desde cedo e a comunidade toda era beneficiada. Os mais velhos sempre usava fumo de rolo e cigarro de palha. 
                                                                        Fumo de Rolo
Cigarro de Palha
                                         Fogão de Lenha
As brincadeiras, nessa época, eram: roda, pega-pega, esconde-esconde, passa anel, cadê o grilo?. Bolinha de gude, ciranda ou cirandinha etc.
Crianças brincando de roda

O Senhor acordava cedo para seguir o destino do caminho da roça, a senhora se preocupava para preparar o alimento com o seu fogão de lenha e que muitas vezes as pessoas usavam trempes e colocava a panela para preparar a comida.
                                                Potes
                                        Fogão de lenha
Trempe e panela

As famílias eram bem grandes, um casal tinha muitos filhos. Muitas das vezes o pai não podia educar porque naquela época escola era muito difícil na zona rural, por isso quando amanhecia o dia o pai já levava os filhos e filhas para o trabalho. Mas hoje o número de pessoas na família diminuiu muito, o normal é um casal ter poucos filhos e muitos já vivem de bolsa família, enquanto Isso acontece na vida moderna à mulher trabalha para ajudar nas despesas da casa.

Nas casas não existiam aparelhos de televisão, ouvia-se música em vitrolas com discos de vinil ou no rádio. A comunicação era através de cartas ou bilhetes assim fazia os namorados, as noticias também eram transmitidas em novelas. As fotografias eram feitas por um homem que colocava um pano preto na cabeça e falava “olha o passarinho”, para as pessoas sorrirem.

Carta
                                              Radiola
                                                   Vitrola
Radio

Era comum matarem bode, galinhas e porcos no quintal de casa, onde também se colhiam verduras e legumes de uma horta que os mais velhos cuidavam. Como não existia geladeira, as carnes eram cozidas em fogões à lenha e armazenadas em latões, mergulhadas em gordura de porco – banha, para não estragarem. 
 

A vida de hoje é mais agitada devido à quantidade pessoas, outras diferenças existem se compararmos à violência e as dificuldades para se viver bem ninguém têm mais paz porque a sociedade em se vivem preocupadas com os grandes acontecimentos que influenciaram o nosso mundo.

É fato que a humanidade vem perdendo muito por não dar ouvidos a Deus. Imagine se no mundo fosse banido apenas um mal: o amor ao dinheiro! Imagine, então, se todo o mundo parasse para ouvir que de dentro, do coração dos homens, é que procedem aos maus desígnios, à prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura.  

 
 
 
 
 
 
 
 
 

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