domingo, 4 de dezembro de 2016

Crianças em tratamento de câncer já celebram o Natal em Brasília

Auricélia Oliveira, mãe de Rita, também aproveitou bem a festa para descontrair. “Eu gosto muito dessa festa, desde 2012 eu venho. Acho muito bonita, divertida, bem organizada. É um dia de diversão, pra descontrair.”, comentou
As celebrações de Natal já começaram para crianças em tratamento de câncer e doenças raras em Brasília. Em uma grande festa promovida pela Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace), cerca de 900 pessoas, entre crianças assistidas, familiares e voluntários aproveitaram o sábado (3) com muita descontração.

Distribuição de brinquedos, comidas típicas, pinturas, contação de histórias, passeios de charrete, jogos eletrônicos e brincadeiras com mágicos foram algumas das atrações que alegraram o dia dos pequenos pacientes e seus familiares. “Gostei de tudo um pouco. É bom para sair da rotina de casa-escola, fica mais alegre", comentou Rita de Cássia, estudante de 14 anos, que passou por tratamento de um câncer no fêmur.

Auricélia Oliveira, mãe de Rita, também aproveitou bem a festa para descontrair. “Eu gosto muito dessa festa, desde 2012 eu venho. Acho muito bonita, divertida, bem organizada. É um dia de diversão, pra descontrair.”, comentou.

A festa de Natal da Abrace ocorre há mais de 20 anos e se tornou uma prioridade da associação. “É sempre uma festa que nós priorizamos, porque é um momento de solidariedade, confraternização, de nos elevarmos ao Criador. O que nós mais desejamos às crianças é saúde. Já fazemos a assistência o ano inteiro e tem que ter um momento de esquecer a doença e ter um encontro com a família Abrace pra criança brincar, confraternizar e aliviar um pouco.”, explica Maria Ângela Marini, diretora de assistência social e hospitalar da Abrace.

Com a ajuda permanente de 270 voluntários, a associação assiste 1800 crianças que estão em tratamento de câncer e doenças crônicas, como a anema falciforme, no sistema público de saúde de Brasília. Entre as ações de apoio estão a melhora da residência familiar, doação de alimentos e medicamentos, ajuda na realização de exames e o suporte no hospital por meio dos voluntários.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que em 2016 e 2017 o câncer infantil deve atingir aproximadamente 12,6 mil crianças no Brasil, principalmente nas regiões Sudeste e Nordeste. Os linfomas no sistema linfático, no sistema nervoso central e as leucemias são as ocorrências de câncer mais frequentes na infância e na adolescência. O diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento especializado garantem a cura em pelo menos 70% dos casos, segundo o Inca.


Fonte: JL/Agência Brasil

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