quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Governo vai tirar militares da Amazônia e fiscalizará apenas 11 cidades; entenda Mudança passa a valer a partir do dia 1º de abril; cidades ainda não foram divulgadas

 Governo vai tirar militares da Amazônia e fiscalizará apenas 11 cidades; entenda Mudança passa a valer a partir do dia 1º de abril; cidades ainda não foram divulgadasMilitares serão retirados da Amazônia a partir de 1º de maioReproduçãoMilitares serão retirados da Amazônia a partir de 1º de maioAs Forças Armadas serão retiradas da Amazônia após quase um ano no local para atuar no combate ao desmatamento. Por ordem do governo federal, os militares  ficarão limitados a 11 cidades de quatro estados (Pará, Rondônia, Amazonas e Mato Grosso a partir do dia 1º de maio. Ainda não há informações de quais são essas cidades.O anúncio foi feito nesta quarta-feira (10) pelo vice-presidente Hamilton Mourão, que é quem preside o Conselho da Amazônia - grupo que atua cordenando a atuação de ministérios na área ambiental em nove estados.Continua após a publicidadeDe 15 de maio de 2020 a 30 de janeiro deste ano, a Operação Verde Brasil 2 custou cerca de R $ 400 milhões.De acordo com Mourão, a fiscalização passará a ser feita pelos efetivos próprios Ibama, ICM Bio, Funai, Incra, além das Polícias Federal e Rodoviária Federal.Você viu?"Ao longo de toda essa operação que nós estamos realizando desde maio do ano passado, levantamos que 70% dos desmatamentos ou dos crimes ambientais ocorrem em 11 municípios", disse o vice-presidente.Continua após a publicidade Cidades escolhidas Segundo Mourão, serão escolhidas as cidades onde há um "arco de humanização", isto é, uma maior concentração de pessoas e, portanto, de desmatamento.  "Esses 11 municípios foram elencados como as áreas prioritárias, uma vez que, concentrando os nossos esforços nesta região, temos as condições de obter uma redução diminui destes crimes ambientais", afirmou o vice-presidente.Segundo o vice-presidente, os funcionários efetivos dos órgãos de governo serão deslocados de serviços administrativos para atuação em campo. Para substituí-los, seriam contratados novos funcionários.Outras medidas também estão em análise, como a fusão do Ibama com o ICMBio, alvo de críticas de ambientalistas.Continua após a publicidadeFonte: undefined - iG 

Edição: Tropical noticias

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