terça-feira, 30 de agosto de 2016

Pesquisa: Tomar aspirina a cada três dias reduz risco de infarto

O estudo, desenvolvido por cerca de um ano, teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Biolab Farmacêutica e foi publicado no The Journal of Clinical Pharmacology

O
ácido acetilsalicílico (AAS), conhecido como aspirina, é utilizado para prevenir o infarto, a doença vascular periférica ou o acidente vascular cerebral (AVC). No entanto, o uso constante e diário da aspirina costuma provocar complicações gastrointestinais nestes pacientes. Mas um estudo desenvolvido por pesquisadores brasileiros concluiu que tomar aspirina a cada três dias pode ser tão eficiente quanto na prevenção dessas doenças e também evita as complicações gastrointestinais causadas pelo uso diário do medicamento.
O estudo foi coordenado por Gilberto De Nucci, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP). “De uns 35 anos para cá, verificou-se que a aspirina tem um efeito benéfico seja no tratamento do infarto seja como profilaxia do infarto. O problema de usar aspirina é que ela tem um efeito colateral importante, causando irritação no estômago. Essa irritação pode não dar sintomas e o paciente pode apresentar uma hemorragia gástrica”, explicou.
O que se fazia até então para reduzir esses efeitos colaterais, segundo De Nucci, era reduzir a dose de aspirina. “Toda a literatura [médica] dos últimos 35 anos procurava reduzir a dose de aspirina para minimizar o risco da hemorragia gástrica. Mas demonstramos a segurança desse sistema terapêutico”, disse. “Tem pacientes que não tomam aspirina, e que deveriam tomar, porque [a aspirina] apresenta risco de hemorragia muito alto. Mas agora demonstramos que esse esquema terapêutico é tão benéfico quanto os anteriores com a vantagem demonstrada de não causar nenhuma irritação”, ressaltou.
O estudo, desenvolvido por cerca de um ano, teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Biolab Farmacêutica e foi publicado no The Journal of Clinical Pharmacology.
A pesquisa
O ácido acetilsalicílico evita que as plaquetas se agrupem e obstruam os vasos sanguíneos. Por isso é que popularmente se diz que o AAS “afina” o sangue. Por outro lado, ao mesmo tempo, a aspirina atua na mucosa gástrica, diminuindo a produção de prostaglandinas – substâncias lipídicas que protegem o estômago e o intestino.
Durante o estudo de doutorado de Plinio Minghin Freitas Ferreira, na USP, sob orientação de De Nucci, 24 voluntários sadios foram divididos em dois grupos. Metade deles recebeu AAS todos os dias durante um mês. A outra metade recebeu o medicamento a cada três dias e, no intervalo dos dias, apenas placebo (substância sem efeito direto em doenças, simulando um medicamento).
Neste período, os voluntários passaram por diversos exames como endoscopia, biópsia gástrica, teste de agregação plaquetária e medição do nível de prostaglandina, por exemplo. “Quando fizemos esse estudo, verificamos que, quando tomada a aspirina de três em três dias a eficácia para prevenir a formação do trombo era a mesma. Entretanto, a produção de prostaglandina, quando se tomava [a aspirina] todo dia, havia redução de 50%. Quando tomava de três em três dias, não havia redução da produção de prostaglandina”, disse o coordenador do estudo.



Fonte: JL/Agência Brasil

Dezessete municípios concentram 22% da população brasileira

Em 2016, mais da metade da população brasileira (56,4%) vive em apenas 309 dos municípios com mais de 100 mil habitantes. Esses locais (5,5% do total de municípios brasileiros) concentram 116,1 milhões de habitantes

A
penas 17 municípios brasileiros concentram 21,9% da população do país. Segundo as Estimativas de População de 2016 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), todas essas cidades têm mais de um milhão de habitantes e somam 45,2 milhões de pessoas. De acordo com levantamento do IBGE, o país tem 206 milhões de habitantes, em 5.570 cidades.
Em 2016, mais da metade da população brasileira (56,4%) vive em apenas 309 dos municípios com mais de 100 mil habitantes. Esses locais (5,5% do total de municípios brasileiros) concentram 116,1 milhões de habitantes.
A cidade de São Paulo, a mais populosa do Brasil, tem população de 12,04 milhões (5,8% do total nacional). A capital paulista é seguida por Rio de Janeiro (6,5 milhões), Brasília (2,98 milhões), Salvador (2,94 milhões), Fortaleza (2,61 milhões), Belo Horizonte (2,51 milhões) e Manaus (2,09 milhões).
Três municípios brasileiros têm menos de mil habitantes, segundo as estimativas populacionais do IBGE: Serra da Saudade, em Minas Gerais (815 pessoas), Borá, em São Paulo (com 838 pessoas) e Araguainha, em Mato Grosso (com 953 pessoas).
Estima-se que, de 2015 para 2016, quase 24,8% dos municípios tiveram redução de população. 
As estimativas populacionais municipais, divulgadas anualmente, são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios. Elas são usadas também para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos.



Fonte: JL/Agência Brasil

Dados do IBGE: Brasil já tem 206 milhões de habitantes

Três estados têm populações menores do que 1 milhão: Roraima (514,2 mil), Amapá (782,3 mil) e Acre (816,7 mil)

O
Brasil tem 206,08 milhões de habitantes, segundo dados divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Estimativas publicadas no Diário Oficial da União indicam que o país tinha, em 1º de julho deste ano, 206.081.432 habitantes. No ano passado, a população era de 204.450.649.
São Paulo, o estado mais populoso do país, tem 44,75 milhões de habitantes. Mais cinco estados têm populações que superam os 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (21 milhões), Rio de Janeiro (16,63 milhões), Bahia (15,28 milhões), Rio Grande do Sul (11,29 milhões) e Paraná (11,24 milhões).
População dos Estados
Três estados têm populações menores do que 1 milhão: Roraima (514,2 mil), Amapá (782,3 mil) e Acre (816,7 mil).
As demais unidades da Federação têm as seguintes populações: Pernambuco (9,41 milhões), Ceará (8,96 milhões), Pará (8,27 milhões), Maranhão (6,95 milhões), Santa Catarina (6,91 milhões), Goiás (6,69 milhões), Paraíba (4 milhões), Amazonas (4 milhões), Espírito Santo (3,97 milhões), Rio Grande do Norte (3,47 milhões), Alagoas (3,36 milhões), Mato Grosso (3,3 milhões), Piauí (3,21 milhões), Distrito Federal (2,98 milhões), Mato Grosso do Sul (2,68 milhões), Sergipe (2,26 milhões), Rondônia (1,79 milhão) e Tocantins (1,53 milhão).



Fonte: JL/Agência Brasil

No Palácio do Planalto, Michel Temer cancela agenda oficial

Posteriormente, enquanto Dilma continuava sua defesa no Senado, o Planalto divulgou nota na qual rebateu declarações feitas pela presidenta afastada Dilma Rousseff e pelo senador Paulo Paim

O
presidente interino Michel Temer está no Palácio do Planalto, mas desmarcou a agenda para a manhã de hoje (30). Estava previsto o encontro dele com o segundo vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Giacobo (PR-PR), às 10h. O motivo do cancelamento não foi informado pela assessoria do presidente. Também não foi confirmado se Temer assistirá ou não a sessão de hoje, no Senado, na qual ocorre o julgamento final do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff.
Ontem, após participar de uma cerimônia na qual recebeu atletas olímpicos no Palácio do Planalto, Temer disse não ter tido tempo para assistir à defesa da presidenta afastada. “Sabe que eu não tive tempo de ouvir? Confesso que não tive tempo de ouvir [o discurso de Dilma]. Fiquei trabalhando em uns despachos e não tive a satisfação de acompanhar o discurso”, disse ele.
Posteriormente, enquanto Dilma continuava sua defesa no Senado, o Planalto divulgou nota na qual rebateu declarações feitas pela presidenta afastada Dilma Rousseff e pelo senador Paulo Paim. “Não é verdade que se debata a estipulação de idade mínima de 70 ou 75 anos aos aposentados; não será extinto o auxílio-doença; não será regulamentado o trabalho escravo; não há privatização do pré-sal e não se cogita revogar a Consolidação das Leis do Trabalho [CLT]. Essas e outras inverdades foram atribuídas de forma irresponsável e leviana ao governo interino”, diz trecho da nota, emitida pelo Planalto, por meio da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
Paim havia dito que o afastamento de Dilma teria como consequência o “ataque” a direitos sociais e a “revogação” da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Já a presidenta afastada acusou o governo do presidente interino Michel Temer de adotar um “programa ultraconservador" em relação aos direitos dos trabalhadores.



Fonte: JL/Agência Brasil
O governo já prorrogou o prazo uma vez e não deve ser estendido novamente, segundo o ministério. Originalmente, o saque do abono salarial deveria ser feito até 30 de junho, mas o governo abriu um novo período para saque, entre 28 de julho e 31 de agosto


M
ais de 1 milhão de pessoas ainda não sacaram os R$ 880 de abono salarial referente a 2014, segundo o Ministério do Trabalho. O prazo para receber o benefício termina amanhã (31). Após o fim do prazo, os recursos voltam para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o trabalhador perde o direito ao dinheiro.
O governo já prorrogou o prazo uma vez e não deve ser estendido novamente, segundo o ministério. Originalmente, o saque do abono salarial deveria ser feito até 30 de junho, mas o governo abriu um novo período para saque, entre 28 de julho e 31 de agosto.
A recomendação é não deixar para o último dia, segundo o coordenador geral de Seguro-Desemprego, Abono Salarial e Identificação Profissional do Ministério do Trabalho, Márcio Borges. "Sugiro aos trabalhadores que verifiquem em sua carteira de trabalho se eles têm direito ao abono e, se tiverem dúvidas, procurarem os canais de comunicação sobre o abono salarial e se informarem."

Como saber se tenho direito?

Para saber se tem direito ao abono salarial, é possível consultar o site do ministério. O sistema está disponível na página:http://zip.net/bgtp0v (endereço encurtado e seguro).
Também é possível fazer a consulta pelos telefones 158, 0800-7260207 (Caixa) e 0800-7290001 (Banco do Brasil), ou nas agências bancárias.
É necessário informar o número do CPF ou do PIS/Pasep e a data de nascimento. Servidores públicos recebem pelo Banco do Brasil. Funcionários de empresas privadas recebem na Caixa Econômica Federal.

Governo divulga lista, mas site não funciona

O ministério divulgou uma lista com os nomes dos trabalhadores que têm direito ao abono, mas ainda não sacaram o benefício.
Para consultar a lista é preciso abrir a página do ministério por meio do site http://zip.net/bmtrwf (endereço encurtado e seguro) e clicar no seu Estado. Em seguida, basta baixar o aquivo com os nomes.
No caso de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, as listas estão separadas por municípios e organizadas em ordem alfabética. Para consultar se o seu nome consta na lista dos que ainda não sacaram o abono, é preciso clicar na letra correspondente à cidade onde mora. Por exemplo, no Estado de São Paulo, quem mora em Campinas deve clicar na letra "C".
Usuários têm relatado dificuldade para acessar os documentos. A reportagem do UOL fez várias tentativas e não conseguiu acessar a lista de nenhum Estado. O ministério afirmou que os arquivos são pesados, e isso pode causar lentidão na hora de fazer a consulta, e que o grande número de acessos deixou o site instável.




Fonte: JL/Uol

Temer pretende criar dois novos tipos de contrato de trabalho

À frente de uma central que tem em sua base principalmente empregados dos setores de comércio e serviços, Patah disse ter disposição para discutir o trabalho parcial, principalmente para jovens e aposentados

C
om um contingente de 11,6 milhões de desempregados e 623 mil vagas formais fechadas só este ano, a equipe do presidente em exercício Michel Temer estuda formas de tornar viáveis duas novas modalidades de contrato de trabalho: o parcial e o intermitente. As propostas fazem parte da reforma trabalhista que será, ao lado da previdenciária, uma prioridade da agenda econômica caso o impeachment de Dilma Rousseff seja concretizado.
Tanto no trabalho parcial quanto no intermitente, a jornada de trabalho será menor do que as 44 horas previstas na legislação atual. Os direitos trabalhistas, como férias e 13.º salário, seriam calculados de forma proporcional. A diferença entre os dois contratos é a regularidade com que o trabalho ocorre.
No contrato parcial, a jornada ocorre em dias e horas previamente definidos. Por exemplo, a pessoa poderá trabalhar em um bar somente nos fins de semana. Os técnicos acreditam que esse tipo de contrato vai beneficiar principalmente estudantes e aposentados que precisem complementar sua renda.
O trabalho intermitente, por sua vez, é acionado pelo empregador conforme a necessidade. Um técnico do governo exemplifica: o dono de um buffet pode ter um vínculo desse tipo com uma equipe de garçons e cozinheiros. Nos fins de semana em que houver festa, os trabalhadores são chamados. Quando não houver, o empresário não terá custo. O contrato parcial de trabalho já existe na legislação, mas a regulamentação é considerada ruim, o que gera insegurança para o empregador. Por isso, é pouco utilizado. A ideia é aperfeiçoar a legislação.
"O que me preocupa é que estamos num momento de desemprego elevado, de economia baixa, e a área empresarial pressiona para o governo colocar na pauta medidas para diminuir os custos, entre aspas, que nós consideramos investimento", disse o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah.
Já para o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV) Bruno Ottoni, as regras do País contribuem para aumentar a informalidade e o desemprego. "O mercado de trabalho brasileiro é extremamente rígido e isso acaba gerando distorções." Ele ressaltou não conhecer as propostas do governo para o trabalho parcial e o intermitente. "Pela experiência internacional, a flexibilização tem efeitos positivos. Só é preciso estudar a natureza dessa flexibilização, pois os trabalhadores temem perder força."
À frente de uma central que tem em sua base principalmente empregados dos setores de comércio e serviços, Patah disse ter disposição para discutir o trabalho parcial, principalmente para jovens e aposentados. No entanto, ele quer garantir que nenhum empregado nessa categoria receba menos do que um salário mínimo.
Terceirização
Representantes das centrais sindicais estarão nesta terça-feira, 30, com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) para discutir a pauta de projetos em tramitação na área trabalhista. Patah está preocupado particularmente com o projeto que regulamenta o trabalho terceirizado. "Do jeito que está, todo trabalhador poderá ser terceirizado", disse. O governo Temer ainda não tem posição sobre essa questão. Por enquanto, a ordem é deixar o Legislativo discutir e votar como achar mais adequado.


Fonte: JL/ÀTarde

Escolas têm quase 600 ocorrências policiais em sete meses em Teresina

Estudantes estão deixando escola com medo da violência em Teresina. Até mesmo armas de fogo e veículos roubados foram apreendidos

O
s casos de violência nas escolas públicas assustam professores, servidores e alunos em Teresina. Em algumas unidades escolares, os estudantes estão desistindo de estudar por causa da onda de insegurança que tem tomado conta dos espaços de ensino. Segundo a Companhia Escolar, em apenas sete meses foram registradas 567 ocorrências.
Os registros correspondem a ameaças, agressões físicas e tráfico de drogas nos estabelecimentos de ensino. A Unidade Escolar Petrônio Portela, Zona Norte de Teresina, foi invadida quatro vezes somente em 2016. Em um dos casos, bandidos armados entraram nas salas de aula e renderam todos os alunos e professores.
"A gente fica com medo de quem pode entrar na porta e ninguém consegue se concentrar para trabalhar e o aluno também não consegue ter uma boa aula", falou o professor Marcos James Lima.
Com medo da violência muitos alunos estão desistindo de estudar e abandonando a escola. O índice de evasão no local atualmente chega a quase 60%. No turno da noite só funcionam duas turmas, cada uma com 10 alunos. O restante da sala está totalmente vazio e servindo de depósito.
"Dá muito medo porque os assaltos aqui não são simplesmente de arma branca, mas de arma de fogo. Isso atrapalha muito o nosso ensino e a nossa cultura", comentou o estudante Wallison Santos.
De acordo com o capitão Jansen Farias, do Pelotão Escolar, quatro armas de fogo foram apreendidas nas escolas em apenas sete meses, dois carros e duas motos roubadas foram encontradas nas portas das escolas e um homicídio foi registrado na frente de uma unidade escolar no bairro Lourival Parente.
"Hoje infelizmente a violência externa está invadindo a escola. Isso ocorre porque o traficante está conseguindo colocar drogas nas instituições. Nós temos conseguido coibir alguns casos. Tivemos duas escolas da rede estadual onde flagramos suspeitos portando drogas dentro da unidade", falou o capitão.



Fonte: JL/G1PI

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

HINODE perfumes e negocios em Cocal




Fonte Tropical Noticias
Raimundo MARTINS
 
 A HINODE é uma empresa fundada em 1988 que vem conquistando cada vez mais seu espaço com produtos de altíssimo nível. Uma de suas maiores frentes é o ramo de perfumes.


 Os perfumes HINODE são maravilhosos e envasados no Brasil, porém com a mesma essência dos perfumes de grife internacional.Com alto poder de concentração e qualidade comprovada por um preço muito acessível.
 


Atualmente os perfumes da HINODE são classificados como um dos melhores e mais concentrados do Brasil.

A marca HINODE tem parceria com a empresa suíça Firmenich e Francesa Robert, ambas que criam as fragrâncias para marcas mais famosa do mundo.
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 Esta linha de perfumaria foi apresentada recentemente em uma reunião de negócio  feita em agosto 2016 na câmara municipal de Cocal, que veio trazer uma grande oportunidade de negócio para você que é empreendedor, e quer aumenta sua ainda mais sua renda.

Venha  conhecer a grande variedades produtos de excelente qualidade HINODE, e com os mesmos formar sua equipe venda,e construir uma grande oportunidade de empreendimento comercial,com lucros de até 100%.
A linha de produtos da HINODE conta com variedade de mais de 400 itens  entre perfumes e cosméticos.


Regis Rocha é representante regional de Fortaleza, que veio a Cocal para fazer os lançamentos dos produtos, e nomear Marlene Almeida como representante local,cujo contato pode ser através do numero (86) 99913.3853 (Whatsap),Faça parte da HINODE você também,conheça as vantagens da linha completa masculina e feminina.
 
 
 

 
 
 
 

DEPOIMENTO Dilma dispara: vocês se aliaram ao Cunha e devem se envergonhar

Questionada pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB-RN), a presidente Dilma Rousseff teve um dos momentos altos do debate na sua resposta; Cunha Lima havia feito uma homenagem a representantes do Movimento Brasil Livre e disse que o impeachment nasceu das ruas, não de uma conspiração do Congresso; "Não sejamos ingênuos, senador, todos nós sabemos que esse processo nasceu de uma vingança do senhor Eduardo Cunha, a quem vocês se aliaram. E disso devem se envergonhar", disse Dilma
 
A
presidente afastada Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira que não é possível sair da crise sem cooperação entre os Poderes, após ser questionada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) sobre sua responsabilidade pela recessão atual.
Dilma afirmou que a eleição do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara criou "situação complexa" para seu governo, com rejeição ou aprovação parcial de medidas fiscais propostas para reverter a crise.
Também citou o ambiente externo, com os Estados Unidos iniciando a política de elevação dos juros e a China enfrentando desaceleração, para justificar o cenário econômico.
Dilma disse ainda acreditar no "direito sagrado" da oposição de defender uma política contrária à da situação, mas destacou não poder compactuar com uma postura de "quanto pior melhor".
Fonte: JL/Reuters

Pesquisa Ipsos Public Affairs: Para 87% dos brasileiros, país está no rumo errado



A pesquisa foi feita com 1.200 pessoas em 72 municípios, entre os dias 30 de julho e 9 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais



A
maioria esmagadora da população brasileira acha que o país não está no caminho certo, mas essa percepção já foi pior. É o que sugere uma pesquisa feita pela consultoria Ipsos.
De acordo com o levantamento, em agosto, 87% dos entrevistados disseram que o Brasil está no rumo errado, apenas dois pontos percentuais abaixo do registrado no mês anterior. No entanto, esse número chegou a 94% em março deste ano.
A pesquisa foi feita com 1.200 pessoas em 72 municípios, entre os dias 30 de julho e 9 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais.
Para o diretor da Ipsos Public Affairs, Danilo Cersosimo, apesar de a opinião dos brasileiros permanecer muito negativa, há uma tendência de mudança "extremamente lenta". Ele avalia que o viés de melhora não está relacionado a uma boa avaliação de Michel Temer, e sim com o fim do processo de impeachment de Dilma Rousseff.
"Só o fato de ter ido a julgamento é uma espécie de resposta à instabilidade. A opinião pública de modo geral se sente aliviada pela instabilidade política estar sendo resolvida pelo processo de impeachment. É uma espécie de ponto final àquela crise", diz.
"Minha leitura é que pode ser um início de uma tímida e gradativa retomada de um rumo mais positivo. Está no insconsciente das pessoas que este ano está perdido, mas 2017 pode ser melhor."
Cersosismo acredita, porém, que se Dilma voltar ao cargo a instabilidade política regressará e o otimismo comedido poderá ser revertido.

Falta de impacto

A combinação das crises política e econômica com a falta de medidas marcantes do governo interino é a chave para entender o pessimismo sobre o rumo do país, afirma Cersosimo.
Segundo o diretor da Ipsos, Temer não deu um "choque de gestão" ou deixou uma "mensagem impactante" capaz de convencer os brasileiros. Os escândalos de corrupção em que se envolveram seus ministros no começo do mandato também afetaram a opinião dos brasileiros. Um dos homens mais fortes do governo interino, Romero Jucá deixou o Ministério do Planejamento em maio, horas após o jornal Folha de S. Paulo divulgar uma gravação em que ele sugere uma articulação para conter a Operação Lava Jato.
"(O governo dele) ficou sem cara. E tem o aspecto político, que pesa. É a sua transparência, o quanto ele está no meio do balaio dos outros corruptos. Temer não conseguiu se distanciar do principal problema (do governo) de Dilma, no entendimento do povo: a corrupção."
A reprovação ao presidente interino se manteve em 68% neste mês, mas o índice cresce quando o assunto é economia. De julho a agosto, a porcentagem de pessoas que desaprovam a atuação de Temer no combate à inflação passou de 56% para 61%. Sobre a reforma da previdência, 64% desaprovam a forma como o tema está sendo tratado - em julho, eram 54%.
Na área econômica, diz o diretor do Ipsos, "a mensagem do governo de colocar a casa em ordem não chegou à população".
"O mercado desde o início viu com bons olhos, mas as pessoas não perceberam isso de cara. Todas as ações que demandam médio e longo prazo tem que ser muitíssimo bem explicadas - e não foi o caso."
Em entrevistas recentes, o ministro da Fazenda de Temer, Henrique Meirelles, disse que espera apresentar ao Congresso nos próximos meses um projeto para alterar o sistema previdenciário. O ministro já anunciou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que também será encaminhada ao Legislativo, para controlar o crescimento dos gastos públicos.
Nesse cenário, o governo federal manteve uma avalição estável. A parcela de pessoas que o consideram ruim ou péssimo ficou em 49%, contra 48% em julho; 8% o consideram bom ou ótimo.

'Resistência'

A avaliação de Dilma Rousseff, que presta depoimento nesta segunda-feira no Senado, não mudou muito. Afastada da Presidência desde maio, Dilma manteve os mesmos 71% de reprovação registrados em julho. Sua aprovação caiu dois pontos, de 25% para 23%.
O diretor da Ipsos explica que a estabilidade é natural, já que a petista está fora do poder. Longe do cargo, ela não recebe os ônus nem bônus das ações do governo.
Para ele, os 20% de aprovação da presidente afastada devem se manter, porque representariam um grupo mais à esquerda, ligado ao PT ou contrário ao processo de impeachment.
"Esse percentual reside nos núcleos onde PT, Lula e Dilma atuaram bem: pessoas de classes e escolaridade mais baixa, do Nordeste, ou aqueles que não apoiam o impeachment. O não apoio ao impeachment ao longo dos últimos meses ficou em torno desses 20% a 25%. É uma espécie de resistência. "
Fonte: JL/BBCBrasil

Globo recua, critica Polícia Federal e diz que Lula é inocente

A Globo fez na noite de ontem um dos movimentos mais inesperados desde que iniciou seu projeto para destruir o ex-presidente Lula


Parece mentira, mas é verdade. Na noite de ontem, o grupo Globo de comunicação, que há mais de dois anos tenta destruir o ex-presidente Lula, recuou.
Em texto publicado no site da revista Época, por ninguém menos que o próprio editor-chefe da revista, afirma-se que o relatório da Polícia Federal sobre o chamado "triplex de Lula", que provocou o indiciamento do ex-presidente e da ex-primeira-dama Marisa Letícia, é fraco e sem provas (leia aqui).
"É fraco o relatório da Polícia Federal sobre o caso do tríplex ligado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva", diz o texto. Segundo a análise, o relatório da PF "falha no que lhe é mais essencial: demonstrar que o caso do tríplex envolve corrupção e lavagem de dinheiro – e que Lula e os demais indiciados cometeram esses crimes."
Portanto, se os crimes não estão demonstrados, Época sugere que Lula é inocente e vai além. Diz que a denúncia do Ministério Público, a ser oferecida ao juiz Sergio Moro e que foi antecipada pelo próprio Globo (leia aqui), terá que ser bem mais consistente do que o relatório da Polícia Federal. "A peça dos procuradores terá de superar as fragilidades apresentadas pelo relatório final da PF. Caso contrário, a acusação terá grandes chances de ser considerada inepta – de ir para o lixo", diz o texto de Época.
A grande questão é saber por que a Globo recuou, mas há algumas hipóteses: (1) o risco de sair derrotada no golpe de 2016, com uma eventual vitória de Dilma e Lula, (2) a percepção generalizada na imprensa do mundo civilizado de que há um golpe, com a participação direta da Globo, e uma caçada judicial a Lula, como foi denunciado à ONU e (3) a busca de um pacto para evitar a destruição do sistema político brasileiro, depois que líderes tucanos, como José Serra e Aécio Neves, foram atingidos por acusações bem mais sérias do que as que pesam contra Lula.
Enquanto Serra foi delatado por um caixa dois de R$ 23 milhões, pago no exterior, pela Odebrecht, e Aécio por propinas de 3% nas obras da Cidade Administrativa, em Minas Gerais, pela OAS, a acusação contra Lula é de que ele seria beneficiário de reformas num imóvel, que, segundo o cartório de registro, pertence à construtora – e não ao ex-presidente.
Fonte: JL/247

sábado, 27 de agosto de 2016

MPEACHMENT Burrice infinita, hospício, canalha, desqualificado: as pérolas do 2º dia de julgamento

O uso de referências desabonadoras levou o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que comanda o julgamento, a ameaçar fazer utilizar seu poder de polícia diante dos senadores

Pelo segundo dia consecutivo, o Senado protagonizou nesta sexta-feira (26) uma sessão de troca de ofensas entre parlamentares. “Desqualificado”, “canalha”, “hospício” e “burrice infinita” foram algumas das expressões utilizadas pelos senadores no segundo dia do julgamento do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. O uso de referências desabonadoras levou o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que comanda o julgamento, a ameaçar fazer utilizar seu poder de polícia diante dos senadores.

Os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), a exemplo de ontem, protagonizaram os principais. Desta vez, porém, ganharam a companhia do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), chamado de “canalha” pela petista paranaense fora do microfone. Para baixar a temperatura e evitar que os ataques verbais descambassem para a agressão física, Lewandowski suspendeu a sessão por duas horas.




“A ideia, Sr. presidente, se nós não encaminharmos diferentemente, é passar para o Brasil e para o mundo, já que o mundo todo está com os olhos debruçados sobre o nosso país, a ideia de que ‘V. Exª está sendo obrigado a presidir um julgamento em um hospício”.

“Como uma senadora pode fazer uma declaração dessa? Exatamente, Sr. presidente, uma senadora que, há 30 dias, o presidente do Senado Federal conseguiu, no Supremo Tribunal Federal, desfazer o seu indiciamento e do seu esposo”.
Fonte: JL/Congresso Nacional

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

JULGAMENTO - Senador Requião diz que Dilma já tem 31 votos contra o impeachment

“Já temos 31 votos contrários a essa farsa do impeachment”, disse Requião
O nervosismo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), hoje pela manhã, se explica pela contagem parcial das “garrafas” em plenário: Dilma Rousseff já tem 31 votos para enterrar o golpe. São necessários apenas 27.

A informação exclusiva é do senador Roberto Requião (PMDB-PR), integrante do QG da resistência democrática.

“Já temos 31 votos contrários a essa farsa do impeachment”, comemorou o parlamentar, que hoje instalou em Brasília a TV Resistência — em alusão à rede da legalidade de Leonel Brizola que barrou o golpe em 1961 por meio de uma cadeia de rádios.

Contexto do nervosismo dos golpistas

Na manhã de hoje, Renan perdeu a cabeça ao cobrar explicações de Gleisi Hoffmann (PT-PR) que afirmou ontem que “ninguém no Senado tinha moral para julgar ninguém“. A parlamentar acertou na veia. Bingo!

“Como uma senadora pode fazer uma declaração dessa? Exatamente, senhor presidente, uma senadora que, há 30 dias, o presidente do Senado Federal conseguiu, no Supremo Tribunal Federal, desfazer o seu indiciamento e do seu esposo”, indagou Renan dirigindo-se ao ministro Ricardo Lewandowski, presidente da Suprema Corte, que comanda o julgamento do processo de impeachment de Dilma.

O bate-boca generalizado obrigou Lewandowski a interromper a sessão, que foi retomada duas horas depois.

Recobrado do surto, Renan explicou por meio de nota o tipo de “magia” que costuma praticar com o STF:

“Como se constata, as intervenções do Senado Federal são impessoais, transparentes e ditadas pelo dever funcional no intuito de defender a Instituição e as prerrogativas do mandato parlamentar”, afirma a nota de Renan, que lamentou o que chamou de provocações.
Fonte: JL/Esmael Morais

POLÍTICA - Tucanos miram 2018 e ameaçam abandonar Temer pós-impeachment

PSDB cobra ajuste fiscal do Planalto, mas rompimento teria de equacionar ministros no Governo
 
Nos bastidores do impeachment de Dilma Rousseff (PT), o PSDB tem emitido sinais de que, se Michel Temer (PMDB) se confirmar na presidência, poderá perder o apoio da legenda que tem atualmente dois ministros, onze senadores e 51 deputados federais. A principal queixa pública é que o Governo não tem encampado pautas de corte de reajustes e equilíbrio das contas públicas, mas tem também como pano de fundo o posicionamento dos tucanos rumo às eleições de 2018. O racha ocorreu nesta semana quando os tucanos sugeriram a reprovação do aumento salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) – de 33.700 reais para 39.000 reais – e a gestão peemedebista não comprou a proposta.

O descontentamento, contudo, não deverá implicar nos votos a favor do processo de impedimento da petista, apesar de aliados dela brincarem com o assunto. “Do jeito que está, vou pedir até voto para o Antônio Anastasia”, disse a senadora e ex-ministra de Rousseff Kátia Abreu (PMDB-TO) ao se referir ao relator do processo de impeachment no Senado, filiado ao PSDB de Minas Gerais. Nos corredores do Senado é comum ouvir conclusões como essa feita por um senador governista que luta para evitar a debandada: “Passou o impeachment, os tucanos voam”.

Os peessedebistas estão insatisfeitos em não participar da política econômica - liderada por Henrique Meirelles, alguém que poderia ter seus próprios interesses em 2018 - e serem obrigados a defender medidas que, para eles, seriam um contrassenso com seu discurso mais tradicional, como o reajuste dos magistrados do STF. O bônus seria pequeno diante do ônus, daí as queixas públicas. Se o Governo Temer não conseguir reequilibrar as contas públicas, ao menos a mensagem, mesmo se não romperem de fato com o Planalto, será a de que o tucanos permaneceram fiéis à meta de equilibrar as contas públicas, um ativo importante na disputa presidencial. Para 2016, o déficit será de 170 bilhões de reais e a previsão de 2017 é que chegue aos 139 bilhões de reais.

O relator do aumento salarial nos ministros do STF na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Ricardo Ferraço (PSDB-ES), sugeriu o engavetamento do assunto e calculou que os reajustes gerariam um efeito cascata nos vencimentos de diversos servidores públicos no valor aproximado de 4,5 bilhões de reais ao ano. A razão é que vários salários são vinculados ao teto do funcionalismo, que é exatamente o da carreira de magistrado do Supremo.

A insatisfação também chegou ao líder do Governo no Senado, Aloysio Nunes (PSDB-MG). Ele ameaçou abandonar o cargo caso a gestão Temer não intensificasse os cortes de gastos. Flagrado recentemente conversando com outros colegas sobre a revoada da gestão Temer, o presidente do diretório nacional do PSDB, o senador mineiro Aécio Neves, amenizou o tom das críticas que alguns de seus colegas fazem nos bastidores, mas mostra que o apoio não está 100% garantido.

– O PSDB vai abandonar a gestão Temer após o impeachment? – questiona a reportagem do EL PAÍS.

– Não estamos pensando em rompimento. Agora tenho certeza de que o presidente compreende que sem enfrentar essa agenda de reformas, não tem Governo. Vamos dar nossa contribuição até o momento que nós acharmos que ele está fazendo esforço necessário – responde Neves.

– E Temer deu algum sinal de que está se esforçando?

– A expectativa nossa é que com o fim do impeachment tenhamos um Governo sem ambiguidades. É o que nos garantiu o presidente e eu só tenho motivos para acreditar nele.

Acirramento e divisão
Entre os peemedebistas, contudo, a avaliação é que haverá um acirramento na relação, mas não ao ponto de rompimento. “Quem ameaça não cumpre. Se fosse para romper, já romperiam. Não podemos deixarmos ser levados por rompantes de um ou outro parlamentar”, afirmou um senador do PMDB.

O acirramento teria de lidar, principalmente, com a presença dos dois ministros tucanos, o senador José Serra, das Relações Exteriores, e o deputado Bruno Araújo, das Cidades no Governo. Ambos lutariam para seguir governistas por terem pretensões eleitorais. Serra seria um dos nomes para disputar a eleição presidencial de 2018 e, no Governo, ganha força na disputa com o próprio Aécio, e Araújo, o Governo de seu Estado, Pernambuco.

Esses mesmos peemedebistas viram um equívoco no discurso de austeridade da bancada do PSDB no Senado. Nos últimos dois meses, eles apoiaram uma série de projetos que concedia reajustes salariais a servidores públicos. Entre as categorias beneficiadas estavam servidores do Judiciário, membros da Defensoria Pública da União, das Forças Armadas e da Advocacia Geral da União. “Por que vão apoiar uns e não outros? Não faz sentido. O PSDB não sabe tudo de economia e tem de aprender a negociar”, concluiu um dos parlamentares.

Nos próximos dias, Temer começará a sentir pressão ainda maior. O Democratas, que possui quatro senadores, 27 deputados federais e um ministro também enviam recado: “Se não estivermos de acordo, podemos agir com independência”, afirmou o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO).
Fonte: JL/ElPaís

Polícia prende mulher suspeita de encomendar a morte do marido no PI

Crime aconteceu bairro Promorar, na Zona Sul da capital, em abril de 2015.
Mulher foi presa e encaminhada para a Penitenciária Feminina.


Uma mulher foi presa foi presa nesta sexta-feira (26) pela Delegacia de Homicídios de Teresina. Ela é suspeita de encomendar a morte do seu próprio marido de 67 anos, morto a tiros no bairro Promorar, na Zona Sul de Teresina no mês de abril de 2015.
Delegado Barêtta fala sobre a prisão
. (Foto: Gilcilene Araújo/G1)

De acordo com o delegado Francisco da Costa, o Baretta, coordenador da especializada, os agentes chegaram até a mulher depois do cruzamento de dados ao longo das investigações. “Logo após o crime começamos a investigar e após cruzamento de informações com serviço de inteligência, se chegou até a mulher que teria encomendado a morte do aposentado”, disse.

O homem foi morto no bairro Promorar, na Zona Sul de Teresina no mês de abril de 2015 por dois homens que chegaram em uma motocicleta atirando contra a vítima e um amigo que morreu no local do atentado. Já o aposentado foi baleado no abdômen e levado para atendimento médico no Hospital de Urgência de Teresina (HUT), onde morreu.

A mulher foi presa e encaminhada para a Penitenciária Feminina, onde ficará a disposição da justiça
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