quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Datafolha: Bolsonaro tem 28%; Haddad vai a 16%; Ciro lidera em 2º turno

No segundo turno, Ciro é o único candidato que venceria todos os rivais, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira
Por João Pedro Caleiro

Jair Bolsonaro: líder na pesquisa e em rejeição (Paulo Whitaker/Reuters) 
São Paulo – A nova pesquisa do Datafolha divulgada na madrugada desta quinta-feira (20) mostra que Jair Bolsonaro (PSL) segue na liderança com 28%, dois pontos percentuais acima da pesquisa da semana passada.

Em segundo lugar vem Fernando Haddad (PT), que subiu três pontos percentuais no mesmo período e chegou a 16%.

Ciro Gomes (PDT) manteve seus 13% e está tecnicamente empatado com Haddad, já que a margem de erro é de dois pontos percentuais.

A pesquisa foi contratada pela Folha e pela TV Globo. Foram entrevistados 8.601 eleitores de 323 municípios na terça (18) e na quarta (19).
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Geraldo Alckmin (PSDB) ficou estagnado com 9% enquanto Marina Silva (Rede) caiu um ponto percentual e tem 7%.

João Amoêdo (Novo) e Álvaro Dias (Podemos) se mantiveram com 3% das intenções de voto cada um.

Henrique Meirelles (MDB) caiu dentro da margem de erro, de 3% para 2%. Brancos e nulos caíram também na margem, de 13% para 12%.

Nas simulações de segundo turno, Ciro é o único que ganha de todos os adversários. Ele tem 45% contra os 39% de Bolsonaro, que empata tecnicamente com Haddad, Alckmin e Marina.
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BRASILBolsonaro lidera e Haddad sobe 11 pontos percentuais, diz Ibope query_builder 18 set 2018 - 21h09

Veja as simulações:

Jair Bolsonaro 41% X Fernando Haddad 41% (brancos/nulos/nenhum: 15%)

Ciro Gomes 41% X Geraldo Alckmin 34% (brancos/nulos/nenhum: 22%)

Geraldo Alckmin 40% X Jair Bolsonaro 39% (brancos/nulos/nenhum: 19%)

Jair Bolsonaro 42% X Marina Silva 41% (brancos/nulos/nenhum: 16%)

Geraldo Alckmin 39% X Marina Silva 36% (brancos/nulos/nenhum: 23%)

Ciro Gomes 45% X Jair Bolsonaro 39% (brancos/nulos/nenhum: 14%)

Geraldo Alckmin 39% X Fernando Haddad 35% (brancos/nulos/nenhum: 24%)

Marina Silva 37% X Fernando Haddad 37% (brancos/nulos/nenhum: 24%)

Ciro Gomes 45% X Marina Silva 31% (brancos/nulos/nenhum: 22%)

Ciro Gomes 42% X Fernando Haddad 31% (brancos/nulos/nenhum: 25%)
E a evolução das taxas de rejeição em relação a semana anterior:

Jair Bolsonaro: de 44% para 43%

Marina Silva: de 30% para 32%

Fernando Haddad: de 26% para 29%

Ciro Gomes: de 21% para 22%

Geraldo Alckmin: de 25% para 24%
 
 

ELEIÇÕES 2018 Pesquisa Ibope no Piauí: Wellington Dias, 46%; Dr. Pessoa, 19%

Pesquisa Ibope no Piauí: Wellington Dias, 46%; Dr. Pessoa, 19% Luciano tem 10%, Elmano, 4%, Fábio Sérvio, 2%, Valter Alencar, 2%, Luciane Santos, 1%, Professora Sueli, 1%, Romualdo, 1%, e Maria de Lourdes, 1%. Levantamento foi feito nos dias 17 e 19 de setembro de 2018

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (20) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo do Piauí:

Fonte: JL/G1PI

POLÍTICA Irritado, Bolsonaro manda Mourão e Guedes ficarem quietos

Após as polêmicas criadas pelas declarações feitas pelo seu candidato a vice Hamilton Mourão (PRTB) e pelo seu principal conselheiro de campanha, Paulo Guedes, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) enquadrou ambos e determinou que eles reduzissem as atividades eleitorais; a ideia de Guedes de criar um novo imposto mereceu um desmentido nas redes sociais e Mourão foi aconselhado a ficar em casa para "reavaliar o discurso"
Após as polêmicas criadas em torno das declarações feitas pelo seu candidato a vice Hamilton Mourão (PRTB) e pelo seu principal conselheiro de campanha, o economista Paulo Guedes, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) - que segue internado em decorrência do ataque a faca sofrido durante um ato de campanha em Minas Gerais - enquadrou ambos e determinou que eles reduzissem as atividades eleitorais.

Nesta quarta-feira (19), a campanha de Bolsonaro usou o perfil do presidenciável para reafirmar que possui o compromisso de não elevar a carga tributária. Postagem veio na esteira da declaração feita por Guedes de avalia recriar a CPMF, o chamado imposto do cheque, no caso de Bolsonaro chegar ao poder.

"Nossa equipe econômica trabalha para redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é o nosso lema! Somos e faremos diferente", postou Bolsonaro para tentar acalmar o mercado.

Pouco antes, o general Mourão também provocou celeuma ao defender uma reforma constitucional feita por uma constituição de notáveis e não por representantes eleitos pelo povo, além de afirmar que casa onde os filhos são criados apenas pelas mães e avós, sem a participação dos pais, "é fábrica de desajustados" para o tráfico.

Nesta terça-feira, ao visitar Bolsonaro, Mourão foi enquadrado pelo presidenciável que determinou que ele suspendesse sua agenda de viagens. A avaliação é que a campanha eleitoral está em seu momento decisivo e que riscos como as declarações feitas pelo militar e por Paulo Guedes devem ser evitados.

Logo após a visita terminar, Mourão reduziu sua agenda de viagens pelo interior de São Paulo, que iria até esta sexta-feira (21), e cancelou sua participação em um evento em Porto Alegre, marcado para o próximo domingo (23). Segundo informações de assessores, ele passará o final de semana em casa, no Rio, para "reavaliar o discurso".
Fonte: JL/247

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

PESQUISA DATAMAX: Dr Pessoa 42,9% Wellington 28,9% Luciano 11,6% Elmano 5,3%

A mais recente pesquisa Datama(x)/Política Dinâmica traz números para governador em Teresina. Na capital do Piauí, a liderança é de Dr. Pessoa (SD) com 42,99%. O atual governador Wellington Dias aparece com 28,96%, ou seja, 14,03% atrás.
Em terceiro lugar está Luciano Nunes (PSDB), com 11,64%. Elmano Ferrer, o Veín Trabalhador (PODEMOS), aparece com 5,37%. O advogado Valter Alencar (PSC) pontua com 2,09% em Teresina, enquanto Fábio Sérvio (PSL) obteve 1,19% de intenções de voto.
A Professora Sueli Rodrigues (PSOL) teve a mesma pontuação de Lourdes Melo (PCO), ambas com 0,30%. Já Luciane Santos (PSTU) e Romualdo Seno (DC) não pontuaram na capital.
Os indecisos que não sabem ou não quiseram opinar somam 2,39%. Votariam branco, nulo ou nenhum, 4,78% dos eleitores teresinenses.
 
A Professora Sueli Rodrigues (PSOL) teve a mesma pontuação de Lourdes Melo (PCO), ambas com 0,30%. Já Luciane Santos (PSTU) e Romualdo Seno (DC) não pontuaram na capital.
Os indecisos que não sabem ou não quiseram opinar somam 2,39%. Votariam branco, nulo ou nenhum, 4,78% dos eleitores teresinenses.
Os dados para SENADOR, DEPUTADOS ESTADUAIS E FEDERAIS, serão publicados às 12h00.
FICHA DA PESQUISA
REGISTRO NO TSE No PI-03163/2018
DATA DO REGISTRO: 13/09/2018
DIVULGAÇÃO: 19/09/2018
PERÍODO DE REALIZAÇÃO: 12 A 17 de setembro de 2018
GRAU DE CONFIANÇA: 95%
MARGEM DE ERRO ADMITIDA: 2,83% para mais ou para menos.
Fonte: Politica Dinâmica

ATENTADO PF abre segundo inquérito para investigar agressão a Bolsonaro

Jungmann informou que a perícia concluiu que o laptop apreendido com o agressor, identificado como Adélio Bispo de Oliveira, não era usado há mais de um ano. Dos quatro celulares apreendidos, dois também não eram utilizados. Ainda são alvo da investigação os recursos financeiros e cartões de crédito de Adélio
Oministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, informou que um segundo inquérito vai ser instaurado para apurar o grande volume de informações coletadas na investigação da agressão ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), esfaqueado em 6 de setembro durante um ato de campanha na rua em Juiz de Fora (MG). Jungmann participou hoje (19) de encontro com delegados e oficiais da Polícia Militar na capital paulista.

De acordo com o ministro, a previsão é que o primeiro inquérito, que apura autoria, materialidade e circunstâncias do crime, seja encerrado nesta semana. “A PF está empenhada em concluir no prazo. Se faltar alguma perícia ou dado, pede-se mais dois ou três dias, mas não deverá exceder isso”, disse.

Jungmann informou que a perícia concluiu que o laptop apreendido com o agressor, identificado como Adélio Bispo de Oliveira, não era usado há mais de um ano. Dos quatro celulares apreendidos, dois também não eram utilizados. Ainda são alvo da investigação os recursos financeiros e cartões de crédito de Adélio.

Outras informações também serão analisadas. “O agressor foi à lan house, [a polícia] fez uma apreensão de seis máquinas e vai olhar tudo o que tem ali dentro”, disse o ministro. Jungmann reforçou que não há confirmações sobre possibilidade de coautoria, mas que a hipótese não foi descartada.

Segundo o ministro, a PF vai disponibilizar 25 policiais federais para acompanhar cada candidato à Presidência. Houve pedido dos familiares de Bolsonaro para também receberem reforço na segurança.
Fonte: JL/Agência Brasil

ELEIÇÕES Ibope: Bolsonaro continua líder, Haddad sobe 11 pontos e se isola de Ciro e Alckmin

Ciro tem 11%; Alckmin, 7%; Marina, 6%

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça (18) mantém Jair Bolsonaro (PSL) na liderança da corrida presidencial, mas com Fernando Haddad se consolidando em segundo lugar, se distanciando de Ciro Gomes (PDT).

O capitão reformado tem 28%, enquanto o petista subiu 11 pontos em relação ao levantamento anterior do Ibope e agora aparece com 19%. O pedetista aparece em terceiro, com 11%, mesmo índice da última pesquisa. Em seguida, tecnicamente empatados, estão Geraldo Alckmin (PSDB), com 7%, e Marina Silva (Rede), com 6%.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.No pelotão seguinte aparecem empatados com 2% Alvaro Dias (Podemos), João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB). Cabo Daciolo (Patriota) tem 1%, enquanto Guilherme Boulos (PSOL), João Goulart Filho (PPL), Vera (PSTU) e Eymael (DC) não pontuaram na pesquisa.

Brancos e nulos somam 14%, enquanto 7% não sabem em quem vão votar.

REJEIÇÃO

Os líderes na pesquisa também são os candidatos com maior índice de rejeição. Bolsonaro é rejeitado por 42% dos eleitores, enquanto 29% não votariam em Haddad.

Em seguida aparecem Marina (26%), Alckmin (20%), Ciro (19%), Meirelles (12%), Cabo Daciolo (11%), Eymael (11%), Boulos (10%), Dias (10%), Vera (9%), Amoêdo (9%) e Goulart Filho (8%).

SEGUNDO TURNO

Nas simulações de segundo turno, segundo o Ibope, Bolsonaro e Haddad empatam com 40% das intenções de voto. O candidato do PSL também empata em uma disputa com Alckmin (38%) e supera Marina (41% a 36%), e é superado numericamente por Ciro (40% contra 39%), mas tecnicamente empatados.

O Ibope ouviu 2.506 eleitores em 177 cidades brasileiras nos dias 16, 17 e 18 de setembro.

A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09768/2018.O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi contratada pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela TV Globo.
Fonte: JL/Notícias ao Minuto

terça-feira, 18 de setembro de 2018

PESQUISA Um terço da população vê campanha conduzida com ódio e sem discutir soluções

A perspectiva dos entrevistados também é de que as disputas políticas continuarão como estão em 2019

Relatório da pesquisa CNT/MDA, divulgado na manhã desta segunda-feira (17), aponta que pelo menos um terço da população sente que a campanha tem sido conduzida em clima de hostilidade e ódio, sem discutir problemas nacionais. 

Foram apresentadas quatro opções aos entrevistados. Mais da metade (56,8%) afirmou ter a percepção de que a campanha acontece em clima de hostilidade e ódio. Dessa parcela, 33% acreditam que, além do clima hostil, não há discussão de soluções para os problemas do país. Outros 23,8% acham que há debate de soluções, mas o clima é de hostilidade e ódio. 

Foram 27% os que responderam que a campanha ocorre da mesma forma que em eleições passadas e apenas 8,5% acham que a campanha ocorre de forma serena e focada em debates democráticos. Não sabem ou não responderam somam 7,6%. 
A perspectiva dos entrevistados também é de que as disputas políticas continuarão como estão em 2019. Essa é a opinião de 39,1% dos entrevistados. Para 25,1%, as disputas serão ampliadas e o país ficará ainda mais dividido depois das eleições. Outros 20,2% acreditam que o Brasil verá a redução das disputas políticas e sairá mais unificado das urnas. Já 15,6% não souberam ou preferiram não responder. 

A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 15 de setembro, com 2002 pessoas em 137 municípios das cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como BR-04362/2018. O nível de confiança é de 95%.

Fonte: JL/Congresso em Foco

POLÊMICA Desembargador não comparece e julgamento dos cartórios é adiado pela 4ª vez

Um dos motivos para o adiamento da sessão foi a ausência do desembargador Paes Landim, que havia pedido vistas na última sessão

pleno do Tribunal de Justiça do Piauí voltou a se reunir nesta segunda-feira (17) para deliberar sobre o andamento do concurso para Atividade Notarial e de Registro do Piauí, o concurso dos cartórios. Contudo, pela quarta vez, o julgamento foi adiado. Um dos motivos para o adiamento da sessão foi a ausência do desembargador Paes Landim, que havia pedido vistas na última sessão.

Além da ausência do desembargador, os outros quatro desembargadores se consideraram “suspeitos” para julgar o processo. São eles, os desembargadores: Edvaldo Moura, relator do processo; Raimundo Nonato Alencar; Fernando Mendes e Sebastião Ribeiro Martins. A expectativa agora é que o assunto volte a ser pauta na sessão administrativa do dia 1 de outubro. 

A última vez que o julgamento havia sido adiado aconteceu no dia 20 de agosto. Na sessão, o relator do mandado de segurança, o desembargador Joaquim Dias de Santana Filho, pediu vistas do processo após serem levantadas duas questões de ordem. 

A primeira dizia respeito à decisão do Conselho Nacional de Justiça que, em decisão da ministra Carmen Lúcia no último dia 31 de julho, validou os atos da comissão do concurso, determinando o arquivamento definitivo dos recursos. Já a segunda questão de ordem está relacionada à declaração do desembargador Paes Landim de que deveria ter sido intimado o presidente do Tribunal, o desembargador Erivan Lopes. 

Os impasses em torno do concurso dos cartórios se arrastam desde 2013, quando o edital foi lançado.

Fonte: JL/ODIA

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Mourão diz que é preciso relevar fala de Bolsonaro sobre fraude

"O cara está fragilizado, então vamos relevar o que ele disse", afirmou o general da reserva, que também defende uma nova Constituição- Por Reuters

São Paulo – O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), afirmou nesta segunda-feira que é preciso relevar o discurso do presidenciável sobre uma possível fraude na eleição e defendeu uma reforma na Constituição.

“Tem que relevar um homem que praticamente morreu, quase morreu, que passou por duas cirurgias graves. O cara está fragilizado, então vamos relevar o que ele disse. Minha posição é que o jogo é esse, nós vamos jogar e vencer no primeiro turno”, disse Mourão a jornalistas em evento do Sindicato da Habitação ‘(Secovi), em São Paulo.
No domingo, Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo do hospital onde está internado, após ser esfaqueado dia 6, e reforçou sua tese de uma possível fraude no pleito de outubro, afirmando que “não temos qualquer garantia nas eleições”.

Esse tema tem sido recorrente nas declarações do presidenciável. Pouco antes do atentado ele voltara ao assunto, falando que em nenhum outro país do mundo a votação e a apuração é completamente eletrônica, o que seria um sinal claro da fragilidade do sistema adotado pelo Brasil.

Em discurso para uma plateia de empresários, Mourão defendeu as reformas tributária, da Previdência e da Constituição, após provocar polêmica, na semana passada, ao dizer que a Constituição não precisa ser feita por eleitos pelo povo.

“Outro dia eu externei minha opinião sobre a questão da Constituição e fui taxado de antidemocrático. Se eu fosse antidemocrático, eu não estaria participando da eleição, eu estaria com a minha 45, limpando ela bonitinha, e aguardando melhores dias. Não é isso que estou fazendo, obviamente”, disse.

“Nossa Constituição é terrível, ela abarca do alfinete ao foguete. Uma Constituição tem que ser de princípios e valores… a nossa está totalmente desatualizada, precisamos de uma outra. Considero essa a mãe todas as reformas, teremos que lidar com isso em algum momento”, completou.

O candidato a vice na chapa de Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto, reforçou ainda a ideia de privatizações, caso seja eleito.

“Tem que privatizar o que deve ser privatizado… na área do petróleo, a distribuição e o refino podem e devem ser privatizados”, afirmou.
 exame.abril.com.br

ELEIÇÕES 2018 Bolsonaro sobe para 33% e Haddad vai a 16% em nova pesquisa BTG/FSB

A pesquisa do BTG é a que tem dado maior pontuação a Bolsonaro na comparação aos outros levantamentos. Ela foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como BR-06478/2018. 

Uma pesquisa de intenção de votos divulgada na madrugada desta segunda-feira (17), feita pelo banco BTG Pactual em parceria com o Instituto FSB, traz Jair Bolsonaro (PSL) na liderança com 33% das intenções de voto. 

Ele subiu três pontos percentuais em relação ao levantamento de uma semana atrás, fora da margem de erro. 
A pesquisa do BTG é a que tem dado maior pontuação a Bolsonaro na comparação aos outros levantamentos como o Datafolha e o Ibope.

Fernando Haddad (PT) dobrou suas intenções de voto de 8% para 16% após ter sido confirmado oficialmente como candidato no lugar de Luiz Inácio Lula da Silva. 

Ciro Gomes (PDT), subiu dentro da margem de erro e chegou a 14%, ante 12% da semana anterior. Geraldo Alckmin (PSDB) tem 6% e Marina Silva (Rede) tem 5%. 

9% disseram não votar em ninguém, 2% votariam nulo ou em branco e 4% não souberam responder. 1% dos entrevistados não responderam à pesquisa. 


Segundo Turno 

As simulações de segundo turno dão empate para Bolsonaro na disputa com Ciro Gomes, cada um com 42% dos votos. 

Os números mostram que Bolsonaro venceria todos os outros concorrentes: Haddad (46% dos votos contra 38%), Alckmin (43% contra 36%) e Marina Silva (48% contra 33%). 

Rejeição 

Segundo a pesquisa, Marina Silva tem a maior rejeição entre os eleitores com 58%. Alckmin fica em segundo lugar com 53%. 

Haddad e Meirelles estão com 48%. Ciro aparece com 46% e, Bolsonaro, com 45%. 


Metodologia 


Por telefone, o Instituto FSB Pesquisa entrevistou 2 mil eleitores a partir de 16 anos, nos 27 estados. 


A margem de erro no total da amostra é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. As entrevistas telefônicas foram realizadas entre 15 e 16 de setembro. 


A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como BR-06478/2018.

Edição: Raimundo Martins (Tropical Noticias)
Fonte: Exame.abril.com.br

POLÍTICA Haddad: Lula seria ouvido, mas quem assina lei é o presidente

Perguntado se daria indulto ao ex-presidente Lula, Haddad afirmou que o petista, condenado e preso em Curitiba, não troca sua "dignidade" por "liberdade"

O candidato à Presidência pelo PT, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta segunda-feira, 17, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é seu "interlocutor permanente" e que será ouvido em um eventual governo. O presidenciável ponderou, no entanto, que quem assina leis e decretos é o presidente da República, ao ser perguntado se quem mandará em um eventual governo será Lula ou ele, escolhido como candidato após o ex-presidente ser barrado pela Justiça Eleitoral. "Isso é a lei quem manda, o presidente da República é que assina a lei. Jamais dispensaria a experiência do presidente Lula", disse Haddad, em sabatina promovida por Folha de S.Paulo, UOL e SBT na capital paulista.
O

Perguntado se daria indulto ao ex-presidente Lula, Haddad afirmou que o petista, condenado e preso em Curitiba, não troca sua "dignidade" por "liberdade". O candidato declarou esperar que Lula seja absolvido e que o Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas deverá julgar o mérito de seu processo no primeiro semestre do ano que vem.
Aceno a Ciro
Na sabatina, Fernando Haddad acenou para o presidenciável Ciro Gomes (PDT), afirmando que o pedetista poderá se aliar aos petistas em um eventual segundo turno e até participar de um futuro governo. Além disso, Haddad admite negociar com o PSDB em um eventual segundo turno contra um "mal maior", que seria enfrentar Jair Bolsonaro (PSL) na segunda etapa da disputa.
Haddad revelou ter sido convidado para ser vice de Ciro e acrescentou que o pedetista também poderia ter sido vice do PT na eleição. "Continuarei lutando para estarmos juntos. Será possível no segundo turno e mais ainda no governo", disse o candidato do PT.
"Não saberia dizer em que condições o PSDB está disposto a apoiar uma candidato do PT contra o Bolsonaro", afirmou o ex-prefeito de São Paulo, pontuando que há dois tipos de apoios: "para evitar um mal maior ou para pensar em uma agenda nacional".

Fonte: JL/Estadão

DISCURSO Boas ideias são de todos, diz Ciro sobre proposta de Haddad

Na área de Saúde, Ciro disse ser contra a entrada de médicos de fora no Brasil, mas que, "enquanto não tivermos médicos brasileiros, vamos manter"

candidato do PDT ao Planalto, Ciro Gomes, remediou a possível cópia de sua proposta de limpar o nome dos inadimplentes nos cadastros do Serasa e do SPC por Fernando Haddad, nome do PT na corrida eleitoral. "Creio que boas ideias pertencem a todos. Mas a população deve perceber se há um tracinho de falta de ética", afirmou, durante entrevista, nesta segunda-feira, à Rádio Bandeirantes. 

No programa de governo apresentado por Haddad ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o petista promete criar o programa "Dívida Zero", mecanismo para consumidores que estão com nome sujo legalizarem sua situação. A proposta não existia neste formato no programa apresentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi impedido de disputar e substituído por Haddad. "Dívida Zero" se assemelha com o "Nome Limpo", proposta que Ciro defende desde o início da campanha. 

Na entrevista, Ciro voltou a criticar seu principal adversário na briga por uma vaga no segundo turno e os petistas. "Com Haddad eu tenho de ser delicado, porque sou amigo dele... Eu ajudei Lula 16 anos e hoje eles me agridem", afirmou, alegando que falta experiência ao petista para ser presidente do Brasil. Ciro voltou a afirmar que a vaga de vice na chapa de Lula foi oferecida a ele anteriormente, mas disse que "o País não pode ter um presidente por procuração". 

Apesar das duras críticas ao PT, Ciro fez um mea-culpa ao afirmar que ajudou a construir o governo do partido e que, de certa forma, até merece "uma certa crítica. Embora eu tenha me afastado". 

Já sobre Jair Bolsonaro, do PSL, Ciro afirmou que o capitão do Exército "só permanece onde está por causa da tragédia que aconteceu com ele, a facada". Bolsonaro segue internado em São Paulo após ter sido esfaqueado em Minas Gerais, no último dia 6. 

"Ele é muito inconsistente. O agricultor vota nele por causa da legalização das armas, mas não lê as propostas dele. A proposta econômica de Paulo Guedes elimina subsídios. Se você tirar isso do agro, ele fecha em 12 meses", avaliou. 

Na área de Saúde, Ciro disse ser contra a entrada de médicos de fora no Brasil, mas que, "enquanto não tivermos médicos brasileiros, vamos manter". O candidato afirmou que pretende ampliar o programa Mais Médicos, mas fazer isso com profissionais brasileiros. 

Sobre a situação financeira grave dos Estados, Ciro defendeu uma atuação conjunta. Uma das propostas seria usar os créditos decorrentes da Lei Kandir, que não são devidamente pagos aos Estados. "Existe um ativo a ser abatido".

Fonte: JL/Estadão

domingo, 16 de setembro de 2018

ARTIGO Eleição Presidencial: A “incapacidade e morte anunciadas” de Bolsonaro

O “Caso Bolsonaro” tem despertado muita atenção. Por exemplo: se o candidato morrer no decorrer do primeiro turno; apenas seria substituído. Porém, se morresse no decorrer do segundo turno; a questão jurídica seria outra. Como também seria outra – caso eleito – antes e depois da diplomação. E também o caso de incapacidade para o exercício de um futuro mandato
 
Por Miguel Dias Pinheiro, advogado (foto)
Sempre desperta muita curiosidade e polêmica a morte de um candidato ao Executivo brasileiro em plena campanha eleitoral do decorrer do final do primeiro turno para o fim do segundo turno da eleição. E, por último - após a eleição -, antes e depois da diplomação. Isso porque no decorrer do primeiro turno, ocorrendo morte, o candidato apenas é substituído pelo partido ou pela coligação. Ou seja, o que interessa é a questão do primeiro para o segundo turno e seus atos conseguintes.
O “Caso Bolsonaro” tem despertado muita atenção. Por exemplo: se o candidato morrer no decorrer do primeiro turno; apenas seria substituído. Porém, se morresse no decorrer do segundo turno; a questão jurídica seria outra. Como também seria outra – caso eleito – antes e depois da diplomação. E também o caso de incapacidade para o exercício de um futuro mandato.

Lendo a imprensa nacional no final se semana, surpreendi-me com um texto publicado pelo Jornal Folha de S.Paulo tratando das possíveis possibilidades e as consequências pela morte de um candidato a presidente da República. O texto, naturalmente, direciona implicitamente para Jair Bolsonaro. E de forma subliminar induz para uma “morte anunciada” do candidato. Façamos nossa reflexão:
“A Constituição Federal tem regras restritas para a substituição de candidatos caso ele seja impedido de concorrer, por razões legais ou de saúde, durante o processo eleitoral. A seguir, veja perguntas e respostas.
O que acontece se um candidato morre entre o fim do primeiro turno e a realização do segundo turno?
De acordo com o parágrafo quarto do artigo 77 da Constituição Federal, se ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato após o primeiro turno será chamado o terceiro candidato com mais votos para o seu lugar.
Exemplo: Imaginemos Bolsonaro e Haddad no segundo turno; aquele morrendo, chamar-se-ia Ciro ou Alckmin, dependendo de um ou outro está na terceira colocação.
O que ocorre se um candidato for eleito e morrer antes da diplomação?
Nesse caso, não há previsão legal e o Tribunal Superior Eleitoral teria que tomar uma decisão. Sendo assim, surgem duas leituras possíveis: uma delas é a de que a diplomação seria apenas um ato declaratório para confirmar o resultado decidido pelos eleitores nas urnas, que teriam escolhido uma chapa de presidente e vice-presidente.
Nesse cenário, em tese, o vice assumiria. A Justiça Eleitoral já apresentou essa leitura no passado diante de uma consulta.
Outra leitura possível seria a de que o direito ao cargo nasce somente no ato de diplomação. Nesse caso, em tese, seria declarada a nulidade dos votos do candidato que morreu e uma nova eleição seria realizada em um prazo entre 20 e 40 dias.
O que acontece se um candidato eleito morrer entre a diplomação e a posse?
Aplica-se a mesma lógica da resposta anterior. Caso se entenda a posse como ato declaratório que apenas oficializa o que foi decidido pelos votos, o vice assumiria o cargo para o qual o primeiro nome da chapa foi eleito.
Caso se interpretasse que o direito a ocupar o cargo só ganha legitimidade a partir da posse, novas eleições teriam que ser convocadas (a hipótese aqui já foi rechaçada pelo TSE. Porém, pode haver mudança de jurisprudência).
Como não há previsão legal, o TSE teria que decidir qual caminho seria tomado. O STF também poderia participar da decisão.
Caso um candidato seja considerado incapacitado por uma junta de médicos (como em caso de entrar em coma, por exemplo), aplicam-se as mesmas regras aplicadas aos casos de morte?
No Brasil, para fins de direito, estado vegetativo não é equivalente a morte. Nesse caso, portanto, segundo especialistas consultados pela reportagem, provavelmente aconteceria uma substituição temporária do candidato convalescente pelo vice. Caso o estado de saúde do titular da chapa não mude, a troca temporária poderia durar todo o mandato do candidato eleito.
O partido pode decidir substituir o candidato sem a anuência dele?
Após o deferimento do registro da candidatura, a substituição do candidato só pode acontecer em caso de impedimento legal (como a comprovação de algum documento irregular no registro, por exemplo) ou morte. Sendo assim, a anuência não tem influência na substituição”.
Fonte: JL/

O plano "A" deu errado. O plano “B” em andamento. E o plano “C”...

O plano "A" deu errado. O plano “B” em andamento. E o plano “C”...

O plano “A”

Os mandantes não acreditavam que o Adélio fosse sair vivo dessa empreitada. Acharam que os bolsonaristas iriam espancá-lo até a morte, mas o tiro saiu pela culatra.
Acredito até que os bolsonaristas o tenham protegido dos sicários da esquerda, infiltrados como se fossem bolsonaristas, e que iriam executá-lo após ter atingido o Bolsonaro.
Seriam dois coelhos com uma cajadada só: Bolsonaro morto e a direita levando a culpa pela "morte violenta" do seu assassino.
Ninguém fez nada contra ele, e ele se tornou um arquivo vivo, para azar da esquerda.

O plano "B" em andamento
Tendo dado errado o plano "A", em menos de 24 horas apareceu um bando de advogados caros para defender o tal Adélio, pagos de verdade sabe-se lá por quem.
A garantia é: Não deixar que ele abra a boca, em troca de uma defesa. Tentar blindá-lo.
Estão alegando que ele é doente mental, e essa realmente é a única saída pra ele. Acredito que a orientação devia ser: "No caso de o plano dar errado, banque o maluco! Culpe a "Deus"! Diga que "Deus" mandou! Clichê demais para a nossa inteligência, não acham?

O plano "C"
Se o Adélio acredita mesmo que Deus fala com ele, é melhor rezar para não sair de uma penitenciária de segurança máxima, porque do contrário os seus mandantes vão dar um jeito de promover uma conversa pessoalmente com Ele, ou com o capeta. E eu não duvido que esse seja o plano "c".
Nós que torcemos por Bolsonaro não queremos a morte dele, mas somente a prisão dele e dos seus chefes. Mas que joguem a chave fora

PESQUISA CREDIBILIDADE / TERESINA FM - WDIAS 40%, PESSOA 16%, LUCIANO 15%

GOVERNO JÁ SABE QUE VAI TER SEGUNDO TURNO: PESQUISA MOSTRA DIFERENÇA DE APENAS 0,02% ENTRE WELLINGTON E OPOSIÇÃO
 
A pior campanha da vida de Wellington Dias: segundo turno já passa a ser considerado pelo petista (foto: Jailson Soares | PoliticaDInamica.com)
 
O segundo turno de uma eleição para governador é um mundo desconhecido para o petista Wellington Dias. Mas é por pouco tempo. O atual governador do Piauí sabe que vai ter que se submeter a ele. Os números da Pesquisa Credibilidade /TeresinaFM apontam que a oposição está empatada com ele.
 
Dr. Pessoa aparece em segundo lugar mesmo com uma campanha sem muito aliados nem estrutura política forte (foto: Ascom)
Segundo a pesquisa, Wellington Dias tem 40,20% das intenções de voto. A oposição soma 40,17%. Os indecisos são 14,27% e votariam branco ou nulo 5,36%. Na margem de erro, de 3,00%, já se pode considerar a existência do segundo turno.
 
Luciano Nunes reage no interior e segue firme, empatado com Pessoa na busca da vaga no segundo turno (foto: ascom)
Dr. Pessoa (SD) aparece com 16,45%. Empatado com ele dentro da margem de erro, Luciano Nunes (PSDB) tem 15,52%. O Veín Trabalhador Elmano Ferrer aparece na aferição com 5,82%.
Tirando os indecisos e os nulos, é possível calcular que Wellington teria 50,01% dos votos válidos e a oposição 49,99%. O que já foi um abismo meses atrás, não passa hoje de 0,02% na pesquisa Credibilidade / Teresina FM.
O site Parlamento Piauí, inclusive, atentou para uma fala de Wellington Dias durante as considerações finais no último bloco do Debate Band Piauí 2018, acontecido na última quarta-feira (12). Nessa fala, Wellington admite o segundo turno. Confira!


Veja os números!
FICHA DA PESQUISA
REGISTRO NO TSE No PI- 05300/2018
DATA DO REGISTRO: 08/09/2018 DIVULGAÇÃO: 14/09/20148 ELEITORADO DO PIAUÍ: 2.370.894 (TSE jun/2018)
UNIVERSO: Pessoas com 16 ou mais anos de idade residente e com domicílio eleitoral em 80 municípios de todos os Territórios Piauienses.
PERÍODO DE REALIZAÇÃO: 10 A 14 de setembro de 2.018
GRAU DE CONFIANÇA: 95%
MARGEM DE ERRO ADMITIDA: 3,00p.p
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